Prometo que vou te esquecer, assim, num minuto e lembrar apenas que você não é capaz de compreender a própria incapacidade de amar...
Prometo lembrar sempre de te esquecer, todos os dias, todas as horas e os minutos de tua ausência
Prometo que não vou chorar nem sofrer quando tentar esquecer o teu olhar, o teu sorriso, as tuas mãos, a tua voz e a nossa música...
Prometo, prometo e prometo que todos os dias vou deixar de te amar... assim, vivendo como uma viciada, um dia de cada vez.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
mein liebelicht
nicht bleiben weg von mir ....
Ich liebe dich so ... Liebe deine Stimme, deinen Körper, deine Augen und dein Lächeln
Ich liebe dich so ... Liebe deine Stimme, deinen Körper, deine Augen und dein Lächeln
Arrogância...
Sua arrogância desapareceu no instante em que percebeu que eu ia embora...
E foi naquele momento exato, perfeito, que eu decidi ficar... por enquanto....
E foi naquele momento exato, perfeito, que eu decidi ficar... por enquanto....
Carta de adeus para um idiota
Querido
Olha quando você realmente se foi, quando a coisa acabou e vi nosso amor desacontecer, eu quase sofri. E digo quase porque sempre soube que nossa história estava fadada ao fracasso. Não porque isso era óbvio para todos que tinham olhos de ver e ouvidos de ouvir, não só por isso, ou pela infinita diferença que nos separa tão clara, tão grande. Eu digo quase sofri porque o tempo todo ao seu lado eu morria um pouco, e ressurgia outra do lado de cá. Mas eu falo no quase, não por ter sido um quase amor, porque não foi, foi amor dos bons, quente e lindo como eu esperava, eu digo quase sofri porque sabia que não era pra ser um tanto mais, porque um tanto mais me aguardava. Você entende? Alguma coisa aqui dentro sabia que não era possível, porque logo depois viria algo melhor, algo maior, algo mais doce, mais fundo, mais intenso, mais verdadeiro. Algo de inconfessável, algo de inacreditável. Então eu quase sofri você entende? De forma egoísta te considerei uma espécie de preparação, uma espécie de adubo pra ver algo belo crescer, que não era você. Não, não estou te chamando de merda, mas também poderia então te chamo de base, a primeira de mão dessa parede bacana que tenho pintado. Mas você foi absolutamente necessário, entende? Eu sei que pareço egoísta, mas não sou. Ou sou se você quiser, porque agora, realmente já não importa. Porque sabe, em nenhum momento eu acreditei nas suas mentiras. Mentira, em algumas eu acreditei, mas por momentos tão breves, bom, você sabe, você mente mal, mas você mente tanto que cria, praticamente uma realidade paralela e causa aquela estranha impressão de que alguém é louco na história. Tem tom de esquizofrenia, de fantasia, de alegoria. Mas no fim das contas a coisa mesma não passa de sacanagem. Daquelas boas e velhas. E eu? Sim eu sempre soube, mas foi uma situação absolutamente necessária para mim. Assim, simples e rasa, mas essencial e reveladora. Não porque nem todas as situações transformadoras são resultado de revelações luminosas e profundas, às vezes um pilantra e um belo pé na bunda podem fazer milagres para uma mulher inteligente. E você teve essa função. O tempo todo eu sabia que nada daquilo seria e que depois de você algo muito bom aconteceria. Essa mania que inventei de confiar no que não vejo, mas sinto que o vento traz. E eu sabia que entre nós dois a coisa sempre foi uma espécie de preparação. E hoje eu só posso agradecer, não sei bem a quem, ao que, enfim, mas o que veio depois de você é tão, tão...? Difícil dizer, daquele tipo de coisa que não encontramos palavra exata. Alguma coisa entre o mistério e o sublime, entre o muito e o simples entre tantas coisas que você não entenderia. Foi por isso que quase sofri, porque desde sempre percebi que, fundamentalmente, o que nos separava e sempre foi abismo entre nós é uma questão de força e coragem. A mediocridade sempre fez com que você nunca partisse, mas também nunca viesse. Sua casa foi construída sobre um muro. Mas agora preciso te dizer adeus e te agradecer por ter sido tão miserável, só assim estou tendo hoje o que tenho. Você me preparou para esse novo amor. Mágico.
Postado por Andréa Beheregaray
domingo, 30 de janeiro de 2011
uma vez e nunca mais
uma vez, apenas uma vez e nunca mais....e e´por isso que eu te gosto tanto e tanto que faço da tua ausência a presença que me encanta...
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
É tempo de ir embora
Tempo de ir embora
Sem cobranças, sem mágoas, sem tristezas, apenas continuar sendo distraidamente feliz porque é a única forma de não sentir a perda do que nunca foi.....
Eu já te disse, de modo diferente, o que você me frustra está fora de minha alçada, não posso evitá-lo, é tarefa sua, e isto não me diz respeito... mas...
...o teu fascínio não me captura mais.
O inacabado ficou comprometido, o que ainda estava por vir e qualquer possibilidade de vir a ser, ainda que transitório, já não é mais possível.
Deixei de sermos nós e isto é um aviso que sempre me lembra de ficar apenas enquanto nós quisermos.
Não existe mais a deliciosa ansiedade da espera de um dia, ainda que apenas por um dia, ser tua. Já não quero que você me deseje de um jeito louco e intenso.
O fugaz teve sabor de duradouro e foi por isto que eu te gostei tanto, e, como nada mais é por enquanto, eu te digo: entendi, lamento...não se preocupe, já fui embora.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Por trás do espelho...
Um dia, uma tarde, uma semana, um mês, não importa o tempo que dure porque a vida transcorre por trás do espelho, o que a torna mágica e este é o seu fascínio.
O que vale é viver com a intensidade que se queira, sem medo, sem pressa, sem cobranças de afetos duradouros, passageiros ou eternos.
Apenas aceitando o outro como ele é ou como ele queira ser.
Permitindo que as coisas aconteçam simplesmente e aceitando-as com infinita ternura ainda que as sabendo fugazes.
Lembrar o beijo que quase aconteceu... uma delícia...Sem esperar o abraço com tudo o que acompanha e que poderá vir a acontecer... ou não....
O que vale é viver com a intensidade que se queira, sem medo, sem pressa, sem cobranças de afetos duradouros, passageiros ou eternos.
Apenas aceitando o outro como ele é ou como ele queira ser.
Permitindo que as coisas aconteçam simplesmente e aceitando-as com infinita ternura ainda que as sabendo fugazes.
Lembrar o beijo que quase aconteceu... uma delícia...Sem esperar o abraço com tudo o que acompanha e que poderá vir a acontecer... ou não....
Isto já é parte deste mundo paralelo e esta parte me pertence porque de certo modo também constitui a minha história, e, ainda que apenas uma pequena parte dela, já se integrou em mim.
Apenas ser.
Sem palavras de afeto arrancadas, como se para ser feliz fosse necessário que o outro dissesse o seu carinho; sem presenças, cartas, telefonemas com hora marcada. Apenas deixar que o mundo paralelo siga o seu curso.
Se a vontade for de dizer, por que não? Se for de calar, porque não?
Liberdade de ser. Apenas ser. Sem jogos infantis.
Se durar, muito bom, se não durar (apenas um dia, uma tarde, uma semana, um mês) valeu a pena porque você é uma pessoa linda e eu continuarei distraidamente feliz por ter te conhecido melhor.
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