terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

desamparo

Warat certa vez escreveu: "Ser ou ficar prisioneiro de afetos que façam ou insinuem, minimamente promessas de afeto é não constatar a validade dessas promessas, basta sentir, minimamente a possibilidade de que alguém nos queira, nos aceite, sem mais, por mais que este afeto (ou esta promessa) esteja carregado de agressividades. A falta de auto estima impede que nos interroguemos sobre os nossos próprios sentimentos. O desejo pelo outro é intoxicante, se aceita o outro a qualquer preço para não perder a única personagem, que em nossas fantasias, pode amar-nos". É isto minha amiga. Reflexões que cada vez mais alargam o abismo e o desamparo que separam o desejo da realidade.

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